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Oito mostras que você não pode perder na Bienal que abre neste domingo

A Bienal de Curitiba’2017 abre neste domingo à visitação pública. Confira abaixo qual é o caminho das pedras na primeira semana do evento.

  • Sandro Moser
  • 30/09/2017
  • 08:00
Oito mostras que você não pode perder na Bienal que abre neste domingo Bienal: Foto de Rodrigo Petrella exposta no Museu da Fotografia.

A Bienal de Curitiba' 2017 tem início oficialmente neste domingo (1º de outubro). Ao todo serão mais de 120 espaços expositivos - entre museus, galerias, estabelecimentos como bares e restaurantes e nas ruas - que vão receber obras e mostras de artistas de 43 países. O Guia Gazeta do Povo preparou uma lista de oito mostras, instalações e exposições que você não pode perder nesta primeira semana de evento.

Vibrations - Arte Chinesa Contemporânea

Uma grande mostra de arte contemporânea chinesa chamada Vibrations é o carro-chefe desta edição da Bienal. São obras de 36 artistas chineses - a mostra ocupa o Olho do MON e outros espaços, como o jardim do museu. Segundo o governo chinês, esta é a maior mostra de arte chinesa já trazida para a América Latina. Entre os artistas que a compõem, destaca-se Chen Wenling, vencedor do Leão de Outo da Bienal Internacional de Veneza. A exposição tem curadoria de Fang Zhenning e Liu Chufeng.

Além da Fotografia – Museu da Fotografia

A mostra tem curadoria do pesquisador de arte Tício Escobar, fundador da Bienal de Curitiba e diretor do Museo Del Barro, de Assunção. Tício selecionou obras do Rodrigo Petrella e Banhi-re Kayapó; fotografias tiradas em diversas aldeias indígenas da região amazônica. “As obras de Petrella atuam como um apelo político em prol dos direitos da diversidade. Visualizar os agentes omitidos na cena social é um gesto político por excelência”, disse Ticio.

Museu Metrolitano de Curitiba (MuMa)

A mostra principal no Museu Metrolitano de Curitiba faz um recorte regional da pintura e escultura chinesas contemporâneas das diversas regiões do país homenageado pela Bienal 2017. São aquarelas, óleos esculturas e instalações que mostra a diversidade da arte produzida dentro da própria China.

Memorial De Curitiba

No memorial de Curitiba há duas exposições sobre a cidade chinesa de Hangzhou e outras com assinatura de Massimo Scaringhella, um dos principais curadores internacionais, e tem o título “Antítese Imagens Síntese”, com imagens impressionantes que mostram a ideia de oposição que é o norte da curadoria desta bienal.  

MON - Juliana Stein

A mostra apresenta obras fotográficas da artista Juliana Stein que questionam  a relações entre as palavras e as imagens com a questão: existe uma palavra para cada imagem? A mostra tem assinatura de Agnaldo Farias (curador do MON) para quem as obras são “estruturas abertas”. “São convites à reflexão, as imagens, palavras e textos selecionados são eminentemente poéticos, e a exposição, embora possa ser qualificada como de fotografia, é, acima de tudo, de poesia visual.

SOMA Galeria

A SOMA exibe a exposição coletiva “UM.ARTISTA” que traz para a Bienal o trabalho dos artistas Fábio Magalhães, Janaína Mello, João Angelini, Maria Laet e Pedro França, todos participantes do programa “UM.ARTISTA” do canal Arte 1, realizado por Markus Avaloni.

André Donadio no Café Botanique

A exposição do fotógrafo André Donadio é um dos destaques da primeira semana da Bienal. São fotos de nus humanos sem rostos de inspiração surrealista. “Meu trabalho é o surrealismo da nudez. Tentei reproduzir as imagens de acordo com meus sonhos. E nos meus sonhos com pessoas peladas, elas não têm rostos”, conta André.

A exposição tem uma proposta inusitada. Há um espaço para que os espectadores que se propuserem a fazer parte da mostra possam ser fotografados, no mesmo estilo das demais obras expostas – nus e com máscara de animais. Os espectadores interessados devem deixar um contato e serão convocados para a data do ensaio. Não haverá custo para os participantes.

Boiler Galeria - Origami Curvo

A exposição coletiva une várias formas de expressão reunidas por um enunciado em comum: o corpo. As pinturas, esculturas, instalações, vídeos, livros de artista, performances, apresentações e debates que integram a curadoria desenvolvem o tema por distintos vieses.

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