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Conheça as esculturas que estão sendo mais fotografadas que a Ópera de Arame

Temporada de Asas da Imaginação é até dia 30 de janeiro no Vale da Música; mas retornam em meados de março

  • Flávia Schiochet
  • 25/01/2019
  • 17:57
Conheça as esculturas que estão sendo mais fotografadas que a Ópera de Arame Tartaruga do artista Luiz Gagliastri. Foto: Divulgação
Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame Esculturas de Luiz Gagliastri na Ópera de Arame

Quem visita a Ópera de Arame, em Curitiba, sabe que é impossível não sacar o celular para registrar a arquitetura e as belezas naturais do parque. Mas a direção das câmeras tem mudado nos últimos meses, desde que oito esculturas do artista curitibano Luiz Gagliastri chegaram à Pedreira.

A exposição, intitulada de Asas da Imaginação, fica até dia 30 de janeiro no Vale da Música, espaço junto da Ópera de Arame. A entrada para o parque é R$ 10 inteira e R$ 5 para meia-entrada. Residentes de Curitiba pagam meia, bastando levar um comprovante de residência.

Usando alumínio branco e peças de aço, Gagliastri representa oito animais e sua preocupação com o meio ambiente. “Falo da importância do macro e do micro na natureza e não só a beleza plástica”, comenta Gagliastri. A tartaruga gigante remete ao risco que correm e à sua importância no ecossistema. A abelha, representada em uma escala gigantesca, chama a atenção para a polinização e a manutenção da flora e fauna. “Se elas forem extintas, também seremos”, alerta o artista.

Outros insetos também estão presentes: a formiga (trabalho em equipe, força e determinação); a libélula, vaga-lume e a borboleta, por exemplo. As aves beija-flor e águia completam a exposição. O tamanho, beleza e expressividade das esculturas têm atraído a atenção dos visitantes, que tiram inúmeras selfies junto das esculturas. Outra atração do lugar é um par de asas em uma parede, onde os visitantes se fotografam “alados”.

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No dia 31 de janeiro, a exposição será desmontada e segue para Cascavel, onde fica até 5 de março. No mesmo mês, volta para o Vale da Música, em Curitiba, onde faz tanto sucesso. O artista passou seis meses trabalhando nas obras da exposição.

Auto-didata e, posteriormente, estudando novas técnicas no Johnson Atelier de Nova Jersey e Sculpture Center nos Estados Unidos, o curitibano tem cerca de 30 exposições individuais no currículo. Seus temas principais são o ser humano e o meio ambiente. Gagliastri conquistou prêmios como o Salão Paranaense de Novos e o Salão Paulista de Artes Plásticas no Paço das Artes.

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