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Corrida Insana: Curitiba recebe em novembro prova com obstáculos infláveis

Versão nacional de evento criado nos Estados Unidos, evento tem dez obstáculos infláveis e recebe participantes de todas as idades

  • Da redação, colaborou Matheus Nascimento
  • 14/07/2017
  • 17:29
Corrida Insana: Curitiba recebe em novembro prova com obstáculos infláveis Obstáculos infláveis exigem diferentes habilidades dos competidores, e são iguais aos das provas americanas. Foto: Reprodução/Site.

Em novembro, Curitiba recebe uma corrida em circuito que mais do que testar a resistência dos corredores, vai exigir de todos eles bons saltos, pulos, força nos braços para escaladas e também equilíbrio diante de buracos no chão. É a Corrida Insana, que acontece aqui e em outras 17 cidades brasileiras. A prova tem 10 obstáculos infláveis em um circuito que dura cerca de uma hora e meia.

A corrida, criada nos Estados Unidos, chega ao Brasil por intermédio de uma empresa especializada em corridas. É a mesma que, entre outras provas, organizou três edições da Corrida de Reis, em Brasília; e a Corrida e Caminhada Mudando o Diabetes, que aconteceu na capital paranaense em 2014. Fabio Avelar, que é um dos envolvidos na produção da versão brasileira da Insane Inflatable, conta que ele e os colegas descobriram a prova pela internet, participaram de uma etapa e decidiram trazê-la ao Brasil.

“Acreditamos que Curitiba é uma das cidades perfeitas para a corrida, porque tem uma tradição de atividades em família, de se divertir e transpirar ao mesmo tempo. Curitiba preza muito pela qualidade de vida”, diz Fabio. A Corrida Insana não tem cronometragem nem premiação. Todos os participantes recebem medalhas. A ideia é que o principal objetivo seja a diversão.

O circuito tem 10 obstáculos infláveis, de um total de 40 que existem nos Estados Unidos e são alternados ano após ano. Entre os que os participantes de Curitiba enfrentarão durante o percurso estão o “campo minado” (um gigantesco colchão inflável repleto de buracos), um “estilingue” (subida por corda seguida de um escorregador) e a própria largada (em um escorregador gigante).

Para evitar problemas de segurança diante do número alto de participantes das etapas, as inscrições e a largada acontecem em “ondas”, uma a cada hora. Dentro delas, a cada 15 minutos, larga um grupo diferente. A organização garante que não há nenhum risco, e que até mesmo crianças podem participar. Não há restrição de idade: todo mundo que medir mais que 1,05 m de altura pode fazer o circuito.

Nesse ano, a Corrida Insana vai percorrer apenas três regiões brasileiras - Sul, Sudeste e Centro Oeste - por questões logísticas e também pelo tempo exíguo para organizar as etapas, já que o licenciamento só foi formalizado em março. Mas a organização, que tem exclusividade do evento para a América do Sul por três anos, quer expandir a brincadeira para o Brasil todo.

A corrida foi testada e aprovada por Fabio Avelar, que também é corredor e participou da etapa americana a que foi assistir com os colegas. “Eu acho que a ideia da corrida é muito bacana, porque trabalha uma temática dentro da prova. Vi crianças participando com os pais, famílias inteiras correndo”, diz ele.

E será que os obstáculos são difíceis para quem não é lá muito esportista? Avelar acredita que não. “Cada um deles exige um tipo de habilidade, alguns exigem mais, mas todos são gostosos de passar”.

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